quarta-feira, 1 de julho de 2009
"Everything about me invites you in — my voice, my face, even my smell. "
quarta-feira, 24 de junho de 2009
O organismo aloja no nosso rabiosque o excesso de gordura que comemos,
em vez de entupir as nossas artérias.
É por isso que os homens sofrem enfartes em maior número do que as mulheres.
domingo, 7 de junho de 2009
yô yô hãhã iéééé
Este é um rapi
Mesmo à maneira
Fazer 30 anos
Não é brincadeira!
yô yô camone ié
Esta fase de adulta
É bués de tripada
A consciência fica oculta
Quando lá vem uma ramada.
yô yô camone ié
Vive a vida a sorrir
Sem nunca esquecer
Degredas juntas a curtir
São do melhor que pode haver.
yô yô camone ié
E para terminar
Só queria dizer
Rapi birdei tu iu
rapi rapi forever!
Camone...shaiki raute
yô yô hãhã iéééé
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Numa época onde o quotidiano se define cada vez mais pela palavra CRISE… não será estranho abordarmos um tema tão interessante como a tão famosa... CRISE DOS 30!
Obviamente que todo o nosso percurso desde o nascimento está marcado de forma transversal por muitas crises… foram as birras, o choro, as frustrações, os desamores, os complexos, etc. Quando não foram as crises que nós próprios construímos…foram as crises que provocámos nos outros e vice-versa…e como se já não bastasse vão aparecendo cada vez mais as crises sociais e económicas…crises, crises e mais crises… Somos seres eternamente agarrados à palavra crise!
Quando iniciamos a fase adulta, ou pelo menos, uma tentativa mais fidedigna disso…só se ouve falar da crise dos 30. Supostamente já não deveria ser crise…já deveríamos estar bem com a vida e connosco...
“Supostamente” ter 30 anos pode significar sinal de maturidade, de independência…onde tudo é exequível…mas sabemos bem que estes atributos nem sempre são fáceis de conjugar e nem toda a gente os consegue atingir sequer algum dia.
Se analisarmos bem o parágrafo anterior…podemos encontrar alguma semelhança com a nossa fase de adolescentes…apenas com uma pequena diferença…aos 30 anos podemos já ter conseguido atingir estes atributos ou andar lá perto…na adolescência achamos que sempre os tivemos, que sabemos tudo e podemos fazer tudo... passado uns anos conseguimos constatar o quão afastados estávamos dessas certezas todas.
Na minha perspectiva não é de todo estranho esta sensação de deja vú que começamos a sentir perto dos 30…afinal já vivemos isso na adolescência ...
Chegar aos 30 anos não é mais do que um retrocesso para a adolescência. E que retrocesso!
Basta analisar a quantidade de atitudes infantis que fazemos dia-a-dia e será melhor não dar exemplos. Ficamos com a sensação que essas atitudes nesta fase da nossa vida, supostamente adulta, chegam a ser superiores quanto ao nível de imaturidade comparativamente aos tempos áureos da nossa adolescência.
O escritor Honoré de Balzac imortalizou a figura da mulher de 30 anos com crises na vida afectiva no seu livro intitulado "A mulher de 30 anos" escrito em 1831 e que retrata o perfil e os costumes das trintonas do século XIX. Deu assim origem à expressão "mulher balzaquiana" para as mulheres nessa faixa etária que estão em conflito emocional. Basicamente o autor define as mulheres dessa idade como sendo mais fortes, mais experientes e mais escolarizadas. Na sua perspectiva, as trintonas destacavam-se das “mais jovens”, ao revelarem um referencial de segurança e maturidade.

'Uma mulher de trinta anos tem atractivos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muita inexperiência. Uma nos instrui, a outra quer tudo aprender e acredita ter dito tudo despindo o vestido. (...) Entre elas duas há a distância incomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sob pena de não sê-lo, nada pode satisfazer'.
E, quando nos apercebemos que a maioria dos objectivos não foi alcançada, o resultado disso é um só: CRISE.








